O artigo de hoje, questiona a narrativa de que postos de bandeira branca seriam os principais responsáveis por fraudes e adulterações no mercado de combustíveis. Com base em dados oficiais e nas recentes operações contra o crime organizado, Roberto James mostra que ilícitos ocorrem tanto em postos de marca própria quanto nos que ostentam bandeiras conhecidas, desmontando o argumento difundido pelo Instituto Combustível Legal. O texto defende que a bandeira não é sinônimo de qualidade ou honestidade, e que o verdadeiro caminho para um mercado mais íntegro passa por transparência, fiscalização efetiva e relacionamento direto entre consumidor e revendedor, reforçando que o crime não escolhe marca, escolhe oportunidade.

Recentemente, neste ano de 2025, vimos o instituto combustível legal, órgão que é financiado pelas maiores distribuidoras de combustíveis do país, participaram de uma matéria em um blog nacional alertando para o risco de combustíveis adulterados impostos de combustíveis. O detalhe desta matéria é que o instituto de combustível legal, conhecido como ICL, deu algumas dicas de como o consumidor pode evitar combustíveis adulterados ou fraudes nos postos de combustíveis e uma dessas dicas era “evite postos de Bandeira branca”.
Conforme publicado aqui, no blog do RJ anteriormente, já mostrei por A mais B, com várias evidências e dados estatísticos de que a marca ou a bandeira ostentada pelo posto combustível não está diretamente ligada à proporcionalidade dos casos de fraudes ou adulteração de combustíveis no Brasil. Dados oficiais da ANP mostram que esse percentual é muito equivalente entre postos que cometem ilícitos sejam eles bandeira branca, ou mais conhecido como marca própria, e os postos que ostentam bandeiras ou seja a marca de distribuidoras conhecidas no mercado sejam elas nacionais ou regionais.
Agora com essa operação do estado contra facções criminosas que se apoderaram do mercado de combustíveis da cadeia de combustíveis sejam usinas distribuidoras redes de postos para poder fazer a lavagem do dinheiro do tráfico, do dinheiro do ilícito, e tudo isso veio à tona e mais uma vez a gente viu uma campanha contra os postos que resolvem adotar a sua marca própria em detrimento de ter um contrato com uma distribuidora.

Como que se fosse um carma o ICL (instituto combustível legal) levou uma paulada nas costas com um novo desdobramento dessas ações policiais, em conjunto com o ministério público, quando descobriu que uma enorme rede de postos que ostentava marca de distribuidora conhecida nacionalmente e internacionalmente estava fraudando combustíveis, estava fraudando bombas e estava lavando dinheiro na rede de postos. Como uma prova irrefutável de que o argumento de que AA Bandeira ostentada pelo posto não é um determinante de ilícito isso ficou bem claro nessa última operação.
É importante salientar que ostentaram uma marca própria ou ostentaram uma Bandeira de uma distribuidora conhecida é um referencial para o comércio local mas não é garantia de qualidade infelizmente esta é a maior realidade que nós temos é uma referência mas não é garantia e isso ficou bem claro com os desdobramentos das operações contra AO crime organizado nos postos de combustíveis. Fica evidente a importância do mercado trabalhar muito a sua imagem trabalhar muito os aspectos legais desses processos e aproveitar este momento para expurgar aqueles que fazem que cometem ilícitos dentro do mercado de combustíveis.

Ostentar a sua marca num mercado competitivo como o brasileiro em que 70% do volume de combustíveis está na mão de 3 distribuidoras é um desafio desigual, é a prova de que o mercado brasileiro precisa amadurecer muito para chegar a se aproximar do que hoje existe no mercado americano uma Liberdade muito mais abrangente e uma fortificação das marcas próprias em detrimento à escolha do consumidor isso faz com que o mercado traga melhores produtos e melhores serviços para o consumidor quando a competitividade entre as empresas atingiu um nível de maturidade muito alto por isso a gente não pode simplesmente determinar qual é a Bandeira que o crime organizado ostenta porque ele usa postos e marca própria os mais conhecidos como Bandeira branca e também utiliza postos de bandeiras de distribuidoras o crime não escolhe rosto o crime quer dinheiro.
Agora vou deixar a dica principal para que OICL possa compartilhar com seus leitores com aqueles que acompanham o seu trabalho como o consumidor pode se precaver de futuras fraudes não há uma fórmula mágica não há uma fórmula 100% segura o mais importante é sempre pegar suas notas fiscais acompanhar o consumo do seu veículo entar conhecer o estabelecimento ao qual você está abastecendo tentar conhecer o proprietário tentar conhecer o corpo gestor criar um relacionamento um relacionamento contínuo evitar aquelas promoções diferente tô nas, aqueles preços totalmente fora do mercado esse é um indicativo muito importante para tentar evitar cair no golpe do produto adulterado ou da bomba baixa ou do crime organizado essa é a principal dica quem vê cara não vê coração no mercado de combustíveis é a mesma coisa por isso a dica principal é relacionamento.
